Racionalizando Informações
(08/11/2016)
Em razão da minha idade, da minha
reduzida paciência e da limitada capacidade de meu cérebro de receber,
selecionar, interpretar, conferir, ratificar e armazenar informações, estou tendo
que tomar algumas providências para evitar uma sobrecarga danosa à minha saúde
mental e física.
Aqui seguem minhas providências:

Notícias importantes ou ruins sempre
acham algum outro meio de chegar a mim. Leio várias vezes ao dia notícias em
jornais da internet do Brasil e de vários países da América e Europa. Uso muito
o Facebook, Twitter e costumo ler blogs jornalísticos. Acho que isso dá uma
visão melhor do que realmente acontece no Brasil e no mundo;
2. Filmes
e Televisão – Não assisto filmes e programas de televisão ao vivo,
porque poucos me interessam e estão cheios de propaganda. Os que pretendo
assistir gravo e assisto à noite. Tem filmes de 90 minutos intercalados com
mais de 20 minutos de propaganda da própria emissora. Mesmo com filmes
gravados, a propaganda é tão longa que, mesmo usando o avanço mais rápido do
controle (64x) demora mais de um minuto. Da Net Now já desisti porque tem
poucos filmes e os que poderiam interessar-me têm que ser pagos, além do preço
absurdo da assinatura normal. Filmes que me interessam baixo da internet;
3. Correio
Eletrônico – Estou usando pouco e só abro notas de correio eletrônico
cujo campo “assunto” esteja bem claro, dando uma boa ideia do conteúdo da nota.
Se o assunto é claro, leio a nota até o fim, mesmo que seja comprida. As que
vêm só com um link, sem explicações, não abro. Notas que vêm com vídeo sem nada
escrito, não assisto. Notas de propaganda marco logo como spam;

5. Navegador
da Internet – Coloquei um bloqueador de anúncios e “pop-ups” em todos
os meus navegadores da internet. Quando abro uma página de notícias e aparece
um aviso de propaganda ou outro link para ler a notícia, já desisto e vou para
outro site melhor;
6. Youtube
– O assunto tem que ser muito interessante para fazer-me ver alguma propaganda
antes de assisti-lo. Em geral, desisto logo e vou para outra fonte. Se o autor
fica muito tempo dando explicações das razões de ter feito o vídeo e demora a
começar o assunto, desisto e procuro ver outro autor com o mesmo assunto;

8. Twitter
– Uso muito, tanto para ler como para compartilhar. Só vou adiante na
leitura dos tweets se o assunto está claramente escrito ou implícito na imagem,
a não ser das personalidades e jornalistas que sigo. Quando o assunto me
interessa, compartilho. Não costume “curtir” tweets;
9. Selfies – Em qualquer meio de comunicação, quando só aparece o rosto do comunicador, provavelmente em vídeo feito por ele próprio, não assisto, porque não aguento ver detalhes dentro da boca das pessoas e não consigo prestar atenção no que elas estão querendo comunicar;
9. Selfies – Em qualquer meio de comunicação, quando só aparece o rosto do comunicador, provavelmente em vídeo feito por ele próprio, não assisto, porque não aguento ver detalhes dentro da boca das pessoas e não consigo prestar atenção no que elas estão querendo comunicar;
10. Instagram
e Google+ - Parei de ver porque os acho muito limitados e não servem
aos meus interesses;
11. Minhas
Ideias – De uns tempos para cá comecei a sentir necessidade de
transmitir meu apoio a ideias que considero saudáveis. Criei um blog e canal do
Youtube, onde costumo publicá-las, compartilhando-as no Facebook e Twitter.
Faço isso esperando que alguém as leia, mas nunca peço para que compartilhem.
Se alguém achar que valem a pena, compartilha espontaneamente. Por respeito aos
eventuais leitores e para tornar a leitura menos árida, todas as publicações
têm imagens pertinentes ao assunto e links para outras referências, quando
cabíveis e para página principal do blog;
12. Frase –
“Do que me cabe, faço o que posso,
sinceramente”.
Luigi B. Silvi
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