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Cientistas Declaram que Memo do Engenheiro da Google Sobre "Diversidade" Está Cientificamente Correto

Cientistas Declaram que Memo do Engenheiro da Google Sobre “Diversidade” Está Cientificamente Correto
Por  CHARLIE NASH - 7 de Agosto de 2017
Quatro cientistas declararam que o manifesto do engenheiro James Damore sobre a política de diversidade da Google é cientificamente correto, conforme foi noticiado pelo site Quillette.

Respondendo ao manifesto sobre a política de diversidade, demandando mais diversidade ideológica no ambiente de trabalho da Google e apontando não só as diferenças biológicas entre homens e mulheres, mas também como isso pode ter impacto no trabalho, os quatro cientistas consideram o documento de 10 páginas como sendo cientificamente correto.

O autor do ensaio sobre a política de diversidade da Google está praticamente todo correto, tanto no que tange ao suporte científico quanto a suas implicações práticas”, declarou o professor Lee Jussim, da Rutgers University.
“Os pontos principais dele são que:
1. Nem a [visão] da esquerda sobre a diversidade e nem a direita estão totalmente certas;
2. As evidências da ciência social sobre viés ideológico, implícito ou explícito, têm sido supervalorizadas e são muito mais fracas do que muita gente pensa;
3. A Google criou, talvez não intencionalmente, uma atmosfera autoritária que inibe as discussões sobre esses assuntos, estigmatizando qualquer um que discorde como intolerante e instituiu políticas de discriminação reversa;
4. As políticas e a atmosfera ignoram sistematicamente as pesquisas biológicas, cognitivas, educacionais e de ciências sociais sobre a natureza e origens das diferenças individuais e de grupos”.
Não tenho condições de falar sobre a atmosfera na Google, mas:
1. Dado que o autor abordou corretamente todo o resto, eu estou bastante confiante que ele está certo sobre isto também;
2. Trata-se de uma atmosfera familiar sufocante, muito parecida com uma academia”, continuou ele.
Essa visão foi corroborada pelo Professor David P. Schmitt.
Eu penso ser realmente importante discutirmos esse tópico cientificamente, mantendo a mente aberta e usando algum ceticismo quando avaliarmos declarações sobre evidências”, Schmitt declarou no artigo.
No caso de características de personalidade, as evidências de que homens e mulheres podem ter níveis médios diferentes de certas características são bastante fortes”.
O Professor Geoffrey Miller, da Universidade do Novo México, também concorda, declarando que os críticos do manifesto “ignoram as argumentações baseadas em evidências”.
Entre os críticos que clamam que os fatos empíricos do memorando estão errados, eu não li um único que mostrasse entendimento sobre pesquisas referentes à teoria da seleção sexual, comportamento animal e sobre diferenças sexuais”, continua ele.
Pelo que me consta, eu penso que quase todas as declarações empíricas do memorando da Google são cientificamente corretas. Além disso, elas são citadas com muito cuidado e de forma desapaixonada. As declarações importantes sobre diferenças sexuais estão muito bem apoiadas pelo grande volume de pesquisas sobre espécies, culturas e história”. 

Ph.D Debra W. Soh, escritora canadense sobre ciência, também considera o manifesto como sendo cientificamente correto, “Como uma mulher que trabalhou em universidades e com STEM, eu não achei que o memorando seja ofensivo ou sexista”.

Considerei-o um documento bem pensado, pedindo maior tolerância em relação a opiniões diferentes, tratando as pessoas individualmente e não apenas como membros de um grupo”, Debra W. Soh explicou.
Eng. James Damore
No campo da neurociência, diferenças sexuais entre homens e mulheres – quando se trata de estrutura do cérebro, funções e suas respetivas diferenças de personalidade e preferências ocupacionais – são entendidas como sendo verdadeiras, porque as evidências para elas (milhares de estudos) são fortes. Isto não é uma informação considerada controversa ou em debate; se você tentar argumentar de maneira diferente ou por pura influência social, rirão de você”.
O empregado da Google, James Damore, autor do manifesto, já foi demitido da Google, com a empresa argumentando que ele gerou um ”estereótipo de gênero prejudicial em nosso ambiente de trabalho”.
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 Traduzido por Luigi B. Silvi, do original em inglês disponível no link:
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